CARTA A ALANIS MORISSETTE

Foto do manuscrito da carta

Querida Alanis, se não fosse por ti e tua obra muita coisa seria diferente em minha vida. Então, saiba desde já que esta carta aberta é minha mais pura expressão de gratidão em forma de texto.

Se em 1999 eu não tivesse ouvido a música That I Would Be Good na trilha da novela Suave Veneno, eu talvez não teria aprendido inglês de forma autodidata. E se eu não começasse a me interessar tanto em tuas letras e carreira, talvez eu não usasse a escrita como “tábua de salvação” para uma adolescência complicada e sufocante. Também não teria, talvez, me tornado escritor e feito disso meu oxigênio.

Os anos se passaram e minha paixão nunca passou ou diminuiu. Muito pelo contrário, acompanhar tua carreira sem me foi terapêutico. A cada disco vinha mais e mais músicas cujas letras eu pensava: “nossa, eu queria ter escrito isso, porque me define”. Mesmo nos discos com letras mais maduras ou femininas, sempre tem uma ou outra que dialoga com  minha vida.

Contigo aprendi, e aprendo, tanto. Aprendi em Thank U, que devo ser grato por tudo, o bom e o ruim. Em Not The Doctor, aprendi que não devemos ser apoio ou nos apoiar em um relacionamento, usando o outro de muleta. Afinal, como cita a letra, “acredito que um e um são dois”. Em 21 Things I Want In A Lover, a lição é que está ok ser exigente com um pretendente e, se precisar, não vou morrer por esperar alguém que me sirva. Em Spineless, aprendi que compartilhar nossos erros E vergonhas pode nos lembrar de não cair na mesma armadilha. Com You Owe Me Nothing In Return, tu ensinaste que amor real não cobra. Apenas existe e se deixa existir. E nesse novo disco, Smilling  me reforça a ideia de que não importa o passado e as bifurcações da estrada, o lance é permanecer a sorrir e em movimento constante.

Eu poderia passar o resto desta noite fria de terça-feira escrevendo sobre lições e benefícios que tu trouxestes para minha vida. Esse ano lancei em maio meu primeiro livro, Todo Amor Que Nunca Te Dei, te ouvi durante todo o processo de escrita e a obra tem muito da coragem que tu me inspira. Quero seguir a vida inspirado por ti assim.  Ainda bem que o mundo te tem.

Até uma amizade preciosa, o Levi (de SP), dos tempos do auge do Orkut, fizeste nascer por conta de uma comunidade dedicada a ti e tua carreira. Tudo isso me é muito significativo. Mas, enfim, não vou me estender. Finalizo aqui com algo simples, mas muito representativo e que tu usas muito, uma única palavra: GRATIDÃO! Pois quem é fã teu sabe muito bem que um show só se encerra depois de Thank U.

***

A primeira música ouvida de um artista que amamos a gente nunca esquece ❤

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