SURTOS DA QUARENTENA

Imagem, Britney em 2007, via Google.

Se tu ainda não viu ou, até mesmo, cometeu algum dos surtos causados pela quarentena, aguarde. Ninguém está a salvo de se ser o mais novo “surtado do isolamento social”. Nesse perído delicado em que vivemos sem poder arejar e viver um pouco do mundo fora de casa, ou vivemos com acesso limitado, nossas opções de entretenimento são escassas e cansativas e repentinamente podemos deixar de procurar notícias e sermos a própria notícia, ao menos de um grupo de whatsapp feito por amigos que deixaram a gente de fora porque nos tornamos um “surtado da quarentena”.

Raspar a cabeça já é uma das atividades que mais vi acontecer na minha timeline em meio a pandemia. Cabelo grande incomoda e geral fica frustrada de não poder ir até um profissional pra dar continuidade ao corte antigo ou mudar o visual com a devida orientação. Qual a solução mais prática para uma mudança e acabar com o cabelo enorme que tá agoniando? Isso mesmo, fazer a Britneyde em 2007 e raspar tudo.

Virar tiktoker. A quantidade enorme de gente nesse mundão vasto de internautas que, depois de começar a quarentena, começou a fazer dancinha, dublar e replicar os mais diversos desafios do tiktok é assustadora. O que parecia ser uma febre adolescente até fevereiro, ganhou espaço nos smartphones e repost em todas as redes sociais do povo maior de trinta. Mas não acho que seja “close errado” não. É só não esquecer de conferir se tá realmente bom dentro da proposta da brincadeira e tá legal.

Fazer o masterchef. Acho que de todos os possíveis surtos da vida de isolado social, o melhor deles é fazer o cozinheiro maluco e sair testando novos pratos. Acho mais legal ainda aqueles que o fazem e compartilham tudo, com direito a receitinha e feedbcack se deu certo ou deu ruim. Embora eu não seja desse time por total falta de capacidade, acho eles o que há de melhor pois aprendemos com eles. Ponto negativo? Ganhar uns quilos a mais, talvez. Mas sempre fui partidário do “você só vive uma vez”.

Os “fiscais da vida alheia” também são outro perfil interessante de gente que não pode ver fulano postando que fez A ou B que vai correndo pro grupo de whatsapp comentar despretenciosamente o que tal fulano estava fazendo. Atentemos que dentro desse grupo sempre tem aquela pessoa super sensata que critica galera que tá viajando ou dando rolê em meio a pandemia e dias depois… Isso mesmo, ela está lá em suas redes sociais postando os melhores momentos de seu passeio ou sua viagenzinha. Afinal o certo é “faça o digo e não o que eu faço”, não é mesmo?!

No fim das contas, cada um sabe de sua vida e de seus surtos. Não há nada demais em “sair da casinha”, como dizem. O que importa nesse momento é o questionamento “me faz bem e não agride ao próximo?”. Se a resposta for SIM, então, também como dizem: “só Deus pode me julgar”. Daí, vai ser feliz sendo um surtado da quarentena e “beijinho no ombro”.

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