DIA MUNDIAL DE COMBATER A LGBTFOBIA, JUNTOS!

Foto via Freepik

Nem todos sabem, mas dia 17 de maio é o Dia Mundial do Combate a LGBTfobia. É uma data para celebrar nossas diferenças e trazermos para a discussão o preconceito contra esta minoria, contra a nossa minoria. Hoje é um dia marcado históricamente para promover a luta pela causa LGBT e levantar debates e discussões sobre preconceito e crimes de ódio contra os nossos.

A data é referência simbólica da luta pelos direitos de nossa comunidade, uma vez que coincide com o dia em que a Organização Mundial da Saúde (OMS) deixou de considerar a homossexualidade como doença. “A gente comemora o ganho do reconhecimento, mas isso ainda tem que ser apropriado por todos os aparelhos da sociedade para entenderem que a transexualidade, a travestilidade e a homossexualidade não são doenças, mas parte do comportamento humano; é preciso compreender que não é uma opção”, diz Tathiane Aquino de Araújo, presidenta da Rede Nacional de Pessoas Trans (Rede Trans Brasil).

Hoje, em todo o país, acontecem diversas lives (por motivos de isolamento social) promovidas em redes sociais LGBTs e institucionais, com a finalidade promover o orgulho LGBTQIA+ e difundir nossa luta contra preconceito e crimes de ódio contra os nossos. Eventos musicais oline e também debates são promovidos para legitimizar a causa e fazer da data um marco nas redes sociais.

No Ceará, a data é o marco para Semana Janaína Dutra de Promoção do Respeito à Diversidade Sexual e de Gênero, instituída pela lei 16481/17. O estabelecimento desta semana visa divulgar a legislação de combate à Homofobia, Transfobia, Bifobia e Lesbofobia – LGBTfobia, promover o respeito à diversidade sexual e de Gênero, estimular reflexões sobre estratégias de prevenção e combate à LGBTfobia e sobre os tipos de violência contra a população LGBT, como a moral, psicológica e física. É visado também conscientizar a comunidade acerca da importância do respeito aos direitos humanos e sobre os direitos da população LGBT e divulgar os canais institucionais e de denúncias por telefone e apresentar os equipamentos de denúncias e acolhimento no âmbito do Estado do Ceará.

É inegável que esta data é de extrema necessidade e será para sempre. Mas o problema é que não temos nada a “celebrar”, como alguns eventos sugerem. Pois, mesmo com uma porção de direitos adquiridos, o Brasil segue como o país que mais mata LGBTs no mundo. Sim, nem em países onde ser LGBT é crime os índices de morte são tão altos quanto os nossos. Sendo assim, a data é de extrema importância para nossa visibilidade e para que mais gente se volte para a causa, fortalecendo nossos elos contra a barbaridade que é a LGBTfobia. E tu, já divulgaste a causa LGBTQIA+ hoje?

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